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Prof. Dr. Murilo Wendeborn Rodrigues Jr. CRM-SP 121547 · RQE 37181

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Textos sobre doenças da retina, revisados pelo Dr. Murilo Wendeborn Rodrigues

Explicações em linguagem simples sobre as doenças da retina tratadas com laser e com injeção no HIMO, em São José do Rio Preto, escritas para o paciente.

Para quem são estes textos?

Para quem recebeu um diagnóstico e saiu da consulta com dúvidas, e para quem notou uma mudança na visão e quer entender o que pode ser antes de marcar. Cada texto tem a data em que foi revisado e leva para a página do tratamento correspondente.

Maculopatia dome-shaped: por que a mácula em forma de cúpula acumula líquido

Em alguns olhos, geralmente míopes altos, a parte de trás do olho tem uma elevação em forma de cúpula embaixo da mácula. Essa conformação pode fazer líquido se acumular embaixo da retina e embaçar o centro da visão, sem que haja degeneração macular. O texto explica como o diagnóstico é feito por OCT e por que essa condição costuma ser confundida com outras.

Edema macular diabético: por que a visão embaça mesmo com o açúcar controlado

O controle do açúcar reduz o risco, mas não elimina a possibilidade de a mácula acumular líquido. O texto explica o que é o edema macular diabético, por que ele aparece, por que muitas vezes não dá sintoma no começo, e qual exame mede esse líquido: a OCT. Explica também quando o tratamento é laser, quando é injeção e por que o intervalo entre as aplicações é decidido pelo exame, e não pelo calendário.

Coriorretinopatia serosa central volta depois de tratada?

A dúvida mais frequente de quem já teve a doença. O texto explica a diferença entre a forma aguda, que pode reabsorver sozinha, e a forma persistente ou recorrente, e por que voltar não significa que o tratamento falhou. Aborda os fatores associados, entre eles o uso de corticoide em qualquer apresentação, e explica o papel da OCT e da angiofluoresceinografia na decisão entre acompanhar e tratar.

Oclusão de veia da retina: quando a visão de um olho some de uma hora para outra

A oclusão vascular é o terceiro grupo mais frequente na agenda de retina. O texto explica o que acontece quando uma veia da retina entope, por que a perda costuma ser súbita e em um olho só, e qual a relação com pressão alta, diabetes e glaucoma. Explica também por que a avaliação não deve esperar, o que a OCT mostra sobre o edema que se forma, e quando o tratamento envolve injeção ou laser.

Doenças raras da retina tratadas com laser: Coats, MacTel 1, macroaneurisma e outras

Nem toda doença de retina tratada com laser é comum. O texto reúne, em linguagem de paciente, as condições mais raras em que o laser é uma opção: doença de Coats, telangiectasia macular tipo 1 (MacTel 1), macroaneurisma arterial retiniano, TelCaps, PEVAC, fosseta de disco óptico com líquido embaixo da retina, retinopatia falciforme proliferativa, vasculopatia polipoidal, degeneração lattice e DUSN, que é uma inflamação causada por uma larva dentro do olho. Para cada uma, o que ela faz na visão e por que o laser é considerado. Serve para quem recebeu um diagnóstico com nome difícil e não encontrou explicação em lugar nenhum.

Quer avaliar o seu caso?

O agendamento é pelo WhatsApp da central do HIMO, em São José do Rio Preto, ou pelo telefone (17) 3214-4455.

O WhatsApp da central do HIMO recebe apenas mensagens de texto.